MJS Freelancer

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Eventos

As duas últimas semanas foram de grande alvoroço pelas redacções dos Orgãos de Comunicação Social do Faial.
Na mesma semana, em dias coincidentes, tivemos uma série de eventos de âmbito regional e mesmo internacional a decorrer na Horta.
Entre nós grandes nomes da ciência e do mar no Fórum Roosevelt, fórum que teve a particularidade de debater uma temática que se afigura cada vez mais pertinente para a vida de cada um de nós faialense, açoriano e português acima de tudo. 
Tivemos as comemorações do Dia Mundial da Dança que levou largas centenas de pessoas ao Pavilhão da Horta. 
Na biblioteca decorreu o colóquio sobre envelhecimento activo cujas conclusões poderão ser as ferramentas para melhorar as condições de vida dos mais idosos. 
Tivemos o Festival de Sopas, a actuação dos NAIFA, Rali, a Semana Cultural da União Faialense, o Encontro do Fado. Ah, sem esquecer que já começaram pelas freguesias, as comemorações em honra do Divino Espirito Santo, com os impérios. 
Enfim... uma panóplia de actividades que vem contrariar o dito popular de que “no Faial não se passa nada”. 
Pena é, em nosso entender, que não haja uma gestão concertada destas agendas para que se evitem fins-de-semana de autêntica correria em que a população não sabe para onde se virar e outros em que “não se passa nada”. 
Sem querermos parecer o “advogado do diabo”, “se faz é porque faz e se não se faz é porque não faz”, e porque somos defensores acérrimos de que o Faial, a Horta, se deve posicionar nos lugares cimeiros da corrida ao chamado turismo de congresso que, sobretudo na época baixa, dá dinâmica a outras cidades, queremos alertar para este facto.
Importa que as entidades, uma vez mais, unam sinergias, troquem informação, ou quiçá, aproveitem a agenda do município, que já existe e todos os meses é distribuída, ou, num cenário mais radical, criem uma delegação, gabinete ou nomeiem alguém, que se ocupe dos eventos locais e também de âmbito regional, nacional e internacional, a acontecer na Horta.
A isso acontecer, quer as instituições locais, quer os potenciais dinamizadores do exterior, poderiam canalizar um número mais significativo de eventos para o Faial e com isto, dar outro colorido à nossa economia. 
Vamos pensar nisto?

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