MJS Freelancer

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Uma dúzia


São no total 12 as forças políticas que se vão submeter a sufrágio nas eleições regionais de 14 de Outubro.
Nesse domingo caberá aos cerca de 226 mil açorianos recenseados, a responsabilidade, o dever e o direito de escolherem quem será o futuro presidente do Governo Regional dos Açores e os 57 deputados que tomarão posse no hemiciclo regional e que, durante quatro anos, tomarão deliberações sobre o futuro de cada um de nós.
A pouco mais de um mês das eleições legislativas as acções de campanha já fervilham em todas as ilhas e o Faial, como berço da casa da autonomia não é excepção.
Tribuna das Ilhas está a acompanhar a campanha tentando dar a conhecer aos seus leitores e aos cidadãos desta terra os seus objectivos e projectos.
As listas estão formadas, algumas caras novas, outras a que já nos habituámos, e, realce-se uma grande aposta em independentes, ou seja, em pessoas ligadas a outras actividades da sociedade, porque a política cada vez mais se deve fazer de pessoas.
Todavia, apraz-nos reflectir…
Estarão esses independentes em lugares exequíveis de eleição? Ou será como dizia Leonarda Dias na edição de 29 de Agosto do matutino Incentivo, “uma espécie de jogo de futebol de estrelas, daqueles onde o Luís Figo reúne os seus amigos”?
Temos, realço, pouco mais de um mês para conhecer projectos, desafios e objectivos para o nosso Faial.
A conjuntura que atravessamos atirou os políticos à lama, criou na política uma descrença. É verdade! Entretanto, temos que reflectir sobre tudo o que os nossos antepassados passaram até que conseguíssemos viver num Estado Democrático e fazer valer esse nosso direito.
Não nos podemos arredar do que se passa à nossa volta. Não podemos consentir que meia dúzia de iluminados tomem as nossas decisões. Então temos que agir. E agir neste caso é ir às urnas. Votar.
Em democracia as eleições são de fundamental importância, além de representarem um acto de cidadania.
Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem directamente nas nossas vidas.
É preciso dar mais valor à política e acompanhar com atenção e critério tudo que ocorre nos Açores e neste caso concreto, no Faial.
O voto, mesmo que em branco,  é uma conquista do povo e deve ser usado com critério e responsabilidade, mas é imperativo que seja utilizado.
MJS

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