MJS Freelancer

MJS Freelancer

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Vandalismo


As políticas públicas de segurança visando o combate às chamadas "incivilidades" não têm sido muito esquecidas nos Açores, pelo que não se compreende  a proliferação de atos de vandalismo na nossa ilha. 
O vandalismo e a falta de higiene levaram a que muitos municípios do país deixassem de ter sanitários públicos, por exemplo.
Na freguesia da Feteira existia quem reclamasse a falta de sanitários públicos, mas o certo é que eles ainda existem e estão de portas abertas 24 horas por dia. No entanto, estes não escapam ao uso impróprio por parte dos frequentadores.
No passado fim de semana uns vandalos quaisquer, destruiram grande parte dos balneários públicos, bem como o seu espaço exterior. 
“O nosso Parque de Lazer foi brutalmente vandalizado esta noite.  O rasto de destruição é bem visível, desde suportes de papel das casas de banho, os globos do sistema de iluminação, as mesas, as canas de suporte dos salgueiros”, pode ler-se na página de Facebook da Junta de Freguesia.
Se espaços públicos são, por definição, pagos com o dinheiro de todos os contribuintes  são de todos e para usufruto de todos, logo temos que nos insurgir contra estes atos vandalos e tentar, a par das autoridades, pôr cobro a isto.
Actos de vandalismo e de degradação das cidades, espaços e vias públicas só serão travados com uma política de envolvimento das comunidades, como um dos componentes integrantes de uma política de policiamento de proximidade e de "tolerância zero" a este tipo de fenómeno. 
Não há muito tempo fomos abordados no sentido de escrever “qualquer coisinha” a fim de sensibilizar as pessoas para não vandalizarem as flores que a CMH andava a, e muito bem, plantar ao longo da cidade, nas floreiras, para embelezar a Horta. 
Serviu de alguma coisa? Pelos vistos não.
É preciso que se tomem medidas, no sentido de punir quem tem estas atitudes. É preciso pressionar as autoridades para continuarem a fazer o seu trabalho e exigir respostas. Estes malfeitores têm que ser identificados e punidos. 
Será que não percebem que só estão a fazer mal? Será que não entendem que estão a destruir o que a muito custo se tenta pôr de pé?
Depois queixam-se de não termos nada? Pudera! Quem é que está para investir tempo e dinheiro em coisas bonitas e úteis que depois são destruídas por uns “iluminados”, ou será caso para dizer “fundidos”.

Não conseguimos perceber este fazer mal só por fazer. 

Sem comentários: